20070311

Cresci como crescem as magnólias e os gatos. Cresci como crescem os machados e os sândalos, as margaridas e os girassóis. Cresci como crescem os pequeninos e os inocentes. Cresci como crescem os Deuses.

E agora?

20051129

Respírito...

20050921

..

20050703

Mude

20040930

Eu quero que você morra!

20040622

Quando eu tinha seis ou sete anos morei com minha vó Vitalina um certo tempo. E aprendi então que não adianta você ter milhões na conta bancária se você não tem milhões de alegria por segundo. Ela fora uma linda mulher que jamais conheceu o belo em profundidade: tinha calma mas não tinha encanto. Sofreu por ser fiel em silêncio — mais de quarenta anos. Tinha os cabelos compridos, usava sempre um avental desnecessário e sua maior paixão, depois do bule verde de café preto, era um velho despertador Westclox de alumínio. Acho que me amou em demasia. Porque me ensinou a ser feliz de qualquer forma, e sempre permitiu-me "pecar" sempre que sentisse vontade.

Minha adorável vó Vitalina tem uma biografia que posso agora resumi-la em meia página de um livro.

20040518

Mude.

20031223

.

20031208

Como dizia Nietzsche:
"O trabalho é uma vergonha, pois é impossível que um homem ocupado no esforço de ganhar a vida se torne um verdadeiro ser humano!"

20031022

Naturalmente...

20030725

.

20030527

Naturalmente...

20030327

Viva a Liberdade.

Acesse www.EdmaLux.blogspot.com

20021218


Excesso de juízo
pode levar uma pessoa à Loucura.



Conheça a Minha Filosofia.

Leia versão poética do meu poema Mude.

Ou mande uma cópia dele para quem esteja precisando, querendo, ou indeciso quanto a Mudar de Vida!

Ou ver como os portugueses do Sapo encaram as Mudanças Radicais.

Ou uma citação no www.Netmarkt.com.

Dê um delicado click no ClickToris do Brasil.


Ceder uma vez só, é muito mais difícil do que ceder nunca!

20021113

...

20021030

Quando eu tinha seis ou sete anos morei com minha vó Vitalina um certo tempo. E aprendi então que não adianta você ter milhões na conta bancária se você não tem milhões de alegria por segundo. Ela fora uma linda mulher que jamais conheceu o belo em profundidade: tinha calma mas não tinha encanto. Sofreu por ser fiel em silêncio — mais de quarenta anos. Tinha os cabelos compridos, usava sempre um avental desnecessário e sua maior paixão, depois do bule verde de café preto, era um velho despertador Westclox de alumínio. Acho que me amou em demasia. Porque me ensinou a ser feliz de qualquer forma, e sempre permitiu-me "pecar" sempre que sentisse vontade.

Minha adorável vó Vitalina tem uma biografia que posso agora resumi-la em meia página de um livro.

20020820


A Vida existe na transformação: eu agora já sou outro, a energia é outra, a vibração é outra. Eu não sou aquele mesmo, sou outro. Aquele que eu era morreu: os outros “eus” que eu fui, foram todos morrendo pelo caminho, e a cada um que morre nasce um novo, a cada novo que nasce, nasce de novo um novo novo, e assim por diante.

Eu nunca me reformo, eu me transformo.

Eu não me conformo, eu me transformo.

Sempre sou eu, e sempre serei outro — ao mesmo tempo!

Eu tenho que ser verdadeiro comigo mesmo — primeiro. Eu tenho que ser honesto comigo mesmo — primeiro. Tenho que ver os meus limites reais, e não mais me propor tarefas hercúleas, consumidoras da minha alma, tarefas que estejam não só além dos meus limites mas às vezes além dos meus desejos, além do ponto em que desejo parar, além do ponto em que não quero ou não posso passar.

Ou além do ponto de onde não mais posso voltar.

Sei lá.

Só sei que "ninguém mais dirige aquele que Deus extravia"...

20020726


Excesso de juízo pode levar uma pessoa à Loucura.

20020605


Quero que Você sinta arrepios de Prazer toda vez que respirar...

20020601


A amizade nunca impõe restrições aos atos do outro, nem constrói barreiras para impedir o crescimento do ser amado. Assim deveria ser o verdadeiro Amor. O Amor só acontece em sua plenitude numa relação de amizade.

Já imaginou passar a vida toda com um amigo só? Assinar um documento se comprometendo que só vai ter esse amigo pelo resto da vida? Almoçar só com ele, jantar só com ele, ir ao teatro, ao cinema, à praia – só com ele! Viajar só com ele – e só se ele permitir!

Dormir ao lado dele todo dia! Conversar sobre os mesmos assuntos, ver os mesmos programas de tv, entediar-se mutuamente – todo dia! Ah... a amizade com certeza não resistiria!

Então, por que você acha que o "amor" é capaz de resistir?

Ainda estou pensando neste texto. É um rascunho. Edson.

20020516


A vida é uma floresta de lírios — deliciosa de ser percorrida.

20020429


Com folhinhas de hortelã que trouxe do meu sonho, hoje levantei de madrugada e fiz um chá. Quando volto a mim, vejo que nem fui. De manhã, nem me acordo, pois, já desperto, só mudo de estado de vigília. É sempre o terceiro olho que me abre os dois primeiros.
A maior parte de mim sempre se liberta. Se me prendem, acabo sempre me safando — pelo menos aquela melhor parte de mim se safa.
A melhor parte de mim, portanto, é sempre safada.
E quero continuar sendo inconseqüente nas minhas loucuras.
Deliciosamente inconseqüente.

20020426


Hoje meu dia tem que ser tudo.

20020414


Amo as mulheres:

No corpo de uma delas eu vejo a alma de todas as outras.

20020410


Quando nasci, nasci de novo
com outro orgasmo
à flor da minha pele.

Como toda mulher pura,
minha mãe tinha sido deflorada
pelo próprio Espírito Santo.

Era uma noite de luar escandaloso.

Era o começo de uma história de Amor.

Era uma casinha de madeira e Primavera
ao lado de uma bela roseira branca
no finzinho de uma rua principal...

Era hora de metáfora e loucuras.

...


(Depois te conto os detalhes.)

20020409


Tudo era metáfora, tudo era parábola em Jesus. Água em vinho, multiplicação de peixes, pobres de espírito, face esquerda, pão repartido, reino dos céus, ressurreição de Lázaro, mãe virgem, lírios do campo, Madalena — tudo. Dizem até que a própria vida dele foi uma grande encenação. Não importa: Jesus é o meu maior herói, o meu mestre absoluto. Compreendo agora suas metáforas geniais e deliciosas.

Aceito Jesus em Meu coração: vivo como Ele!

20020406


Cada um é responsável pelo seu próprio Orgasmo.

20020328


Saia e respire o ar mais puro que puder. Sinta o perfume da Vida. Veja as árvores, o movimento. Observe o céu, penetre no azul. Veja um pássaro em pleno vôo, e voe com ele para onde quer que seja. Olhe nos olhos das pessoas que encontrar — no mesmo sentido. Os homens mais bonitos. As mulheres mais bonitas. As vitrines. Não: não aceite convite para um café. Nem para nada — nada! Nem pense em convidar alguém. Passe pelas pessoas como abelha passando por margaridas em flor. Ultrapasse-as. Siga em frente.
Veja a criança que passou. Troque sorrisos. Ande como se estivesse passeando.
Compre então a flor mais bonita, e uma garrafa de vinho do melhor. Volte calmamente para casa e deixe o mundo no portão. Tire a roupa toda e ande nua por uns tempos, como desfilasse no Olimpo. Ponha o vinho a resfriar, na temperatura que você prefere.
Deixe uma comidinha preparada, daquela que você mais gosta, simples. Pode ser omelete de rum, com um tiquinho de caviar ao lado, ou peixe de água doce cozido em vinho branco e suco de laranja. Pode ser fatias de presunto com melão, ou arroz soltinho com caldo de feijão; ou salada de tomate com manga e agrião; ou dois ovos fritos na manteiga de cabra e cobertos com folhas de manjericão — qualquer coisa...
A comida não importa qual, desde que seja boa e feita de amor. Comida, como sempre, é apenas pretexto.
O importante é você.
Troque os lençóis, coloque aqueles mais bonitos e macios, deixe a cama arrumadinha, esperando. Borrife um pouco de perfume no seu quarto, olhe-se no espelho, de frente, de lado, de costas, de dentro — e respire fundo. Acenda na sala um incenso — com fósforo, porque tem cheiro de pólvora — talvez um Poem, indiano, e espete a varetinha numa laranja madura. Ponha aquela música de que você mais gosta. Uma vela comprida e azul no castiçal de bronze. Desligue o telefone e todas as campainhas que houver no teu mundo.
Livre-se de tudo o que for secundário.
Tome então um banho demorado, com teu sabonete preferido. Cante alto no banheiro. Quando terminar, passe as mãos pelo corpo, como se fosse para tirar-lhe as gotas de água que houver, espécie pura de massagem carinhosa. Enxugue-se com a melhor toalha. Maquiagem leve, baton discreto, o melhor perfume, aquele que lhe traga as mais deliciosas lembranças. A calcinha de algodão. Vista uma roupa linda, fresca, leve, macia. Prepare-se como se fosse a uma festa no teu corpo, uma festa onde a tua alma vai hoje ser rainha.
Descalça, como deusa sorridente ao sair de um labirinto.
Respire mais fundo.
O vinho, que já fora escolhido com amor, deve agora ser aberto com mais amor ainda. Se possível, uma taça de cristal tcheco. Se não tiver, serve uma dessas francesas, grande. Ou um simples copo, transparente, bem lavado.
Sirva delicadamente.
Sente-se.
Levante o copo contra a luz.
Sinta a temperatura do vinho, sua cor, o seu cheiro. Esmague o vinho com a língua no céu da tua boca, como se esmagasse um cacho de uvas maduras num vinhedo do sul em dia de sol de primavera. E sinta o sabor.
Nenhuma expectativa...
Ninguém vai chegar.
Você já cuidou para que ninguém chegue nos próximos dois mil anos.
A festa é para uma só pessoa.
Você tem agora todo o tempo do mundo.
Porque, se você não tiver todo o tempo do mundo, não adianta.

(Se você tiver pressa vá fazer outra coisa!)

Então arrume a mesa como se fosse a própria Babette. Um prato, um talher, um guardanapo de linho. A flor que você trouxe, num vasinho de cristal – ou numa garrafa vazia de qualquer coisa, tanto faz. Mas é indispensável a flor ao lado da vela. Todas as outras luzes apagadas. Acenda outro incenso. Baixe o volume da música.
Nenhuma chance de que possa haver interrupção dessa liturgia de amor.
Nenhuma possibilidade de haver intervenção do horror.
Toda a atmosfera envolve então o teu corpo — e o consagra.
À alma, ao vinho, ao silêncio — à vida!
Você está com a consciência à flor da pele: seria capaz até de ouvir uma mosca tossir... O ar fresco que penetra pela janela e levanta um pouco a cortina. Um cachorro late lá na rua, na esquina. Você se lembra de certas coisas que estão longe, e de outras que estão perto. Pega o talher como pegasse um violino, começa a comer, sem pressa alguma.
Sem barulho.
Mastiga demoradamente, sente o gostinho real daquilo que logo fará parte do teu corpo, do teu sangue. E bebe o vivo, também sem pressa, como estivesse deitada num altar católico, olhando você mesma no teto da Sistina.
E sorri.
Por dentro, um festival de gostosuras.
A vela está balançando as sombras vivas das coisas livres.
Você fica à mesa o tempo que quiser.
Quando se der por satisfeita, leva para o quarto o castiçal, a flor, o silêncio, a vida. E a garrafa com o vinho que sobrar. Deita-se do modo mais confortável. Nenhuma expectativa, só o coração pulsando de alegria. Tira a roupa devagar, passa óleo de amêndoas no teu corpo, respira fundo duas ou três vezes. As mãos, bailarinas que deslizam pelos seios, dançam o que há de melhor. Acariciam. Então você enfia a mão direita por dentro da calcinha, sente o monte de Vênus, a floresta de pêlos macios, desbrava essa incógnita que atende pelo nome de menina. Passa os dedos leves nos seus lábios úmidos de amor, espalha delícias por todos os pontos. (O dedo médio pode ser o máximo!). Olhos fechados, você vai coleando, movendo-se numa coreografia de cobra em êxtase.
Caminha até o topo da pequena montanha.
E vai se tocando como se música.
Devagarzinho...

Você vai se amar como nunca — como sempre.

Tua mão esquerda desliza pelos seios, umbigo, garganta, clavícula, boca. E a música crescendo, de tal forma que se pode ouvir teu sangue correndo por sob a pele. Há um rio dentro agora de você — fluente. E que logo vai transbordar.
De alegria. De prazer. De tesão.
Você viverá o maior orgasmo da tua vida.
Em seguida, você abre os olhos e as outras portas do paraíso também, uma a uma. Depois, com o restinho de luz que a vela estiver dando, pega um livro de poesia para ler. Pode ser Rilke, Paritosh, Adélia, Cecília, Pessoa, Leminski — qualquer.
Talvez Neruda, como este: “Aqui llevo la luz compañera / y la extiendo hacia el mar / y abrirá su cuerpo en la noche / y yo duermo cubierto de estrellas / y canto / y llegará la mañana / con su rosa redonda en la boca / yo canto / yo canto / yo canto / yo canto.”

Com certeza, você viverá hoje o mais belo sonho possível nos braços abertos do Amor, antes de seguir — livremente — em direção ao infinito de todas as coisas.

Quem não se toca, se perde...

20020325


Só o Prazer nos livra da Neurose.

20020322


Mulheres.

Não me bastam os cinco sentidos para perceber-lhes toda a beleza. Não me bastam os cinco sentidos para viver com totalidade o mistério profundo que elas trazem consigo. Eu tenho é que tocá-las, cheirá-las, acariciá-las, penetrar-lhes o sorriso, sentir o seu perfume, beijar-lhes o céu da boca, ouvir suas histórias, transformá-las em deusas. Tenho que dar-lhes o amor que o meu corpo conduz e sustenta-me a alma. O belo amor natural de todos os corpos e almas e coisas do mundo. Como espelho de paixões em labareda, tenho que sentir nos seus olhos um raro brilho diamante.

20020318


Mude.

20020314


Depois de acender estrelas no teu céu da boca, depois de vasculhar os teus encantos, depois de ultrapassar os teus limites, acabei concluindo que só a união de duas grandes espontaneidades pode gerar e manter — por algum tempo — um belo caso de amor.

O resto é "jogo de cena", simplesmente.

20020310


À minha frente — um abismo.
À direita — um buraco sem fundo.
À esquerda — um despenhadeiro.
Atrás de mim — o vazio absoluto...


Só posso mesmo estar no pico!

20020307


Eu não tenho apenas uma, eu tenho várias almas dentro de mim.
Todas convivendo harmoniosamente entre si.

20020304


Hoje — mais uma vez — vou acabar arriscando a própria Vida para não perdê-la.

Hoje, amanhã, depois e depois e depois e depois... — e sempre!

20020228


Como eu disse hoje no blog Discussão:

Quando o Criador é um Deus que dança,
o Universo vira uma delícia
!


20020225


Chega a noite por aqui, e sinto que.
O melhor afrodisíaco é a tesão.
Tomo um suco de laranja como se fosse de mim.
Ponho a repetir a faixa sete, Destination Anywhere, e vejo lá fora o chão prateado. Saio, tiro a roupa toda, me mostro nu à Diana, escandalosa. Há uma estrela enorme perto dela, lembrando Janaína. Danço abraçado ao meu corpo como se fosse a ela.
A música de novo começa, mistura de tambores e loucuras, madrugada que me encanta.

"A dança que cura é a dança por dentro."

"Tum tum, tum tum tum, tum tum tum, tum tum tum."


20020222


Felizes aqueles que gravitam ao meu redor:
A luz do sol faz bem.


Olhe agora no espelho da Vida, e repita essa frase, delicadamente.
Com amor.

20020218


A liberdade é perigosa.

A vida livre é muito arriscada, é cheia de surpresas, insegura, incerta, cheia de perigos e de buscas, mudanças, sobressaltos.

A liberdade é muito perigosa...

Só aqueles realmente senhores de si é que podem ser livres — e amar isso tudo. Só aqueles que são donos do próprio destino é que arriscam a vida para salvar a própria vida.

A liberdade, portanto, não é para qualquer um: os acomodados e os covardes jamais serão livres. Eles não conseguem ser livres.

A liberdade é muito perigosa: ela só pode ser abraçada por aqueles que não têm medo.

20020217


A Liberdade é muito perigosa.

(Já pensou nisso?)

20020216


Mesmo que minha barriga ronque, me visto sempre de cetim.


20020214


Existem as coisas e existe o Mundo.

Nós, os humanos, os verdadeiramente humanos, temos idéias e temos sonhos.

Quando as coisas resistem às idéias e o mundo resiste aos sonhos — não devemos mudar de sonhos nem mudar de idéias: temos é que mudar de coisas e mudar de mundo.


Visite um site que adorei: => A Toca Da Gata.

20020213


Acho que já disse aqui, mas preciso repetir:

Eu tenho dois corações: um, para amar os meus amores, e o outro — só pra mim!


20020212


Como já dizia o velho Machado de Assis:

"É melhor cair das núvens do que de um quinto andar."

20020211


Mais vale um orgasmo na mão do que dois "voando"...

20020210


Dormi hoje à luz de Diana, e fui acordado pelo vento da madrugada. Havia estendido lá fora um colchão-zinho de solteiro e o cobri com lençol florido que ganhei de minha mãe — e dormi à luz da lua cheia. Adormeci olhando estrelas, e agora acordo ouvindo esse rugido branco-mar, junto com delicado som de sininho chinês pendurado por alguém perto daqui. O vento suave lambe-me o corpo nu, sussurra que é hora de acordar em meus ouvidos. A percepção que tenho agora do mundo é tão profunda que posso ouvir as folhas daquela árvore se acariciando umas às outras, como se aplaudissem com seu amor encabulado o meu próprio despertar.

Vou esperar o sol nascer, como se fosse uma flor de abóbora ali no horizonte.

Por falar nisso, minha mãe ligou ontem. Disse-me que reservou várias flores de abóbora para mim. Vai fazê-las à milanesa. Como eu gosto!!!

20020208


O orgasmo de um poeta é sempre mais profundo que o orgasmo de um gerente.

É a vida...

20020206


Claro que eu quero outra vida.

Mas só se ela for tão gostosa quanto esta!

20020205


Há madrugada nesta espera que hoje me acorda cedo. Na verdade, me acordei às duas, o coração explodindo de amor e desejo. Ela só chegou às sete e quinze, com batonzinho nos lábios e um sorriso que me desmonta. Os cadernos agora estão ali, esparramados no chão da sala, me olhando como se eu tivesse culpa. Não quero que ela falte logo no segundo dia de aula...

20020204


Seja feliz — que a Divina Providência se encarrega do resto...